¿Terão certos teónimos paleo-hispânicos sido alvo de interpretações (pseudo-)etimológicas durante a romanidade passíveis de se reflectirem nos respectivos cultos?

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.36707/palaeohispanica.v0i9.227

Palabras clave:

“Cratilismos”, Estoicismo, Elites culturais, Interpretatio romana, Endovellicus/Endovollicus

Resumen

“Aquele que conhece os nomes, conhece também as coisas” (Plat., Crat., 435d). Este pressuposto ‘cratilista’ está subjacente ao pensamento órfico e, mais tarde, afecta igualmente a filosofia estóica. A diferença fundamental reside no facto do Pórtico recusar confundir ontologicamente o ser do nome com o ser da coisa nomeada, postulando antes que o nome se restringe a espelhar a essência daquilo que designa.  Quer o Orfismo quer, principalmente, o Estoicismo acabam por  desempenhar um papel relevante na formação intelectual das elites romanas. Supomos pois pertinente questionarmo-nos acerca da possível existência de uma vertente ‘cratilista’ nos processos de interpretatio praticados, em certas circunstâncias, por indivíduos dessas elites quanto aos deuses indígenas cultuados nas províncias ocidentais, ora integrados no extenso e aberto panteão da Romanidade. Como “case study” desenvolveremos o exemplo de Endovellicus/Endovollicus.

Biografía del autor/a

  • José  Cardim Ribeiro, University of Lisbon

     

     

     

Publicado

2019-11-27

Número

Sección

Occidente Peninsular

Cómo citar

¿Terão certos teónimos paleo-hispânicos sido alvo de interpretações (pseudo-)etimológicas durante a romanidade passíveis de se reflectirem nos respectivos cultos?. (2019). Palaeohispanica. Revista Sobre Lenguas Y Culturas De La Hispania Antigua, 9, 247-270. https://doi.org/10.36707/palaeohispanica.v0i9.227

Artículos similares

41-42 de 42

También puede Iniciar una búsqueda de similitud avanzada para este artículo.